Tema:
E a recordação do crescimento do ódio, da
intolerância e da violência política desde as eleições brasileiras de 2018,
2022 e 2026.
1. INTRODUÇÃO
Estamos
às vésperas de mais uma eleição presidencial no Brasil. Amanhã, domingo, 4 de
outubro de 2026, milhões de brasileiros irão às urnas para exercer um dos
direitos mais importantes da democracia: o voto.
Entretanto,
em meio às disputas eleitorais, uma preocupação precisa chamar a atenção de
toda a sociedade: o crescimento da intolerância, das agressões verbais, das
ameaças e da violência motivadas por divergências políticas.
O que
deveria ser um momento de participação cidadã, debate de ideias e respeito às
diferenças acaba, muitas vezes, transformado em um ambiente de hostilidade,
desconfiança e confrontos.
Até
quando vamos permitir que a escolha de um candidato seja motivo de
desentendimentos, rompimentos familiares, perseguições e até agressões físicas?
QUANDO A DISPUTA POLÍTICA SE TRANSFORMA EM ÓDIO
Estamos na véspera de mais um momento decisivo para a
democracia brasileira. Amanhã, domingo, 4 de outubro de 2026, milhões de
brasileiros irão às urnas para exercer seu direito de escolher seus
representantes.
Entretanto, em meio à disputa eleitoral, uma questão
preocupante merece nossa atenção: até que ponto a divergência política está
sendo transformada em ódio, intolerância e violência entre cidadãos?
Minha opinião é que estamos diante de um problema que
ultrapassa as diferenças ideológicas. É triste observar tantas manifestações de
raiva, humilhações, ameaças e ofensas nas redes sociais, especialmente contra
pessoas que simplesmente pensam de maneira diferente.
Por que tanta hostilidade? Desde quando escolher um
candidato passou a ser motivo para romper amizades, desrespeitar familiares,
ameaçar vizinhos e até agredir pessoas?
A democracia não pode ser confundida com uma guerra
entre brasileiros. O voto é um direito individual, não uma autorização para
perseguir, intimidar ou humilhar quem escolhe outro caminho político.
2. A DESCRIÇÃO DE UM CENÁRIO PREOCUPANTE
Basta
acompanhar determinadas discussões nas redes sociais para perceber como o
debate político pode se transformar em um verdadeiro campo de batalha.
Eleitores
que apoiam Lula e seus aliados relatam hostilidades, provocações e ataques de
adversários políticos. Da mesma forma, apoiadores de outros candidatos também
podem ser alvo de insultos, ameaças e agressões por parte de adversários.
É
importante reconhecer que existem pessoas intolerantes em diferentes correntes
ideológicas. Há eleitores de esquerda que exageram nas acusações, compartilham
informações falsas e recorrem a ofensas pessoais. Isso também precisa ser
criticado.
Entretanto,
não podemos ignorar os episódios documentados de violência política envolvendo
apoiadores de diferentes grupos, inclusive os ligados ao bolsonarismo,
especialmente quando há ameaças, intimidação, utilização de armas ou ataques
contra pessoas por suas posições políticas.
O
problema se torna ainda mais grave quando discursos extremistas passam a
justificar comportamentos violentos, como se a divergência política fosse uma
ameaça que precisasse ser eliminada.
A
democracia não pode funcionar sob a lógica de que somente um lado tem o direito
de existir, falar e escolher seus representantes.
3. A VIOLÊNCIA POLÍTICA: UMA ADVERTÊNCIA BASEADA EM
FATOS
A
história recente do Brasil oferece exemplos concretos de que a violência
política não é uma preocupação imaginária.
Nas
eleições de 2018, o país já enfrentava episódios de agressões e confrontos
relacionados à disputa política. O próprio então candidato Jair Bolsonaro foi
vítima de um atentado a faca durante um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas
Gerais, em setembro daquele ano.
Em 2022,
o cenário também foi marcado por episódios graves. Levantamento da Agência
Pública identificou pelo menos 148 casos de violência eleitoral entre o início
da campanha e o primeiro turno, incluindo ataques com armas de fogo, facas,
agressões e assassinatos.
Outro
levantamento, realizado pela Justiça Global e pela Terra de Direitos, apontou
um crescimento expressivo dos registros de violência política e eleitoral em
comparação com o ciclo de 2018.
Esses
números revelam um problema que ultrapassa as disputas entre partidos. Quando a
violência entra na política, a liberdade de expressão, o direito ao voto e a
segurança dos cidadãos ficam ameaçados.
E agora,
em 2026, diante de uma sociedade ainda marcada pela polarização, é
indispensável observar com responsabilidade os novos episódios de ameaças,
intimidação e agressões, sem transformar denúncias individuais em acusações
generalizadas contra milhões de eleitores.
4. UMA CRÍTICA AO EXTREMISMO E À INTOLERÂNCIA
DESCRIÇÃO E ANÁLISE CRÍTICA — O AVANÇO DA INTOLERÂNCIA POLÍTICA
Desde as eleições de 2018, passando pelas de 2022 e
chegando ao pleito de 2026, a polarização política brasileira tem ocupado um
espaço cada vez mais expressivo no debate público.
As redes sociais, que deveriam servir também como
instrumentos de comunicação, informação e participação cidadã, muitas vezes se
transformam em ambientes de ataques pessoais, disseminação de informações
falsas e confrontos ideológicos.
É evidente que existem manifestações agressivas em
diferentes campos políticos. Há eleitores de esquerda, centro e direita que
ultrapassam os limites do respeito, reproduzem discursos ofensivos e
compartilham conteúdo sem verificar sua veracidade.
Entretanto, considero necessário discutir criticamente
as manifestações de setores do bolsonarismo e da direita radical que adotam
discursos de intolerância, defendem soluções autoritárias ou tratam adversários
políticos como inimigos a serem eliminados do debate público.
Não se trata de condenar todos os eleitores de direita,
muito menos de atribuir a um grupo inteiro a responsabilidade pelas atitudes de
indivíduos. Trata-se de identificar e questionar comportamentos concretos que
ameaçam a convivência democrática, independentemente de quem os pratique.
Quando aparecem ameaças, intimidações, agressões
físicas, exaltação da violência armada e ataques contra instituições
democráticas, precisamos acender um sinal de alerta.
O problema se torna ainda mais grave quando a violência
política encontra justificativas em discursos de ódio, fanatismo ideológico ou
interpretações distorcidas da realidade.
É
necessário fazer uma distinção: ser de direita, de esquerda ou de centro não
significa, por si só, ser extremista ou antidemocrático.
O
problema está nas atitudes que desrespeitam os direitos dos outros, incentivam
a violência, ameaçam adversários e tentam substituir o diálogo pela
intimidação.
Quando
determinados grupos políticos tratam seus adversários como inimigos da pátria,
inimigos de Deus ou pessoas que não merecem os mesmos direitos, criam um
ambiente favorável à desumanização e ao confronto.
É nesse
contexto que se torna pertinente discutir o conceito de neofascismo, utilizado
por pesquisadores e analistas para estudar movimentos contemporâneos que
apresentam características autoritárias, ultranacionalistas e hostis ao
pluralismo democrático.
Entretanto,
o uso desse conceito exige responsabilidade. Nem todo conservador, eleitor de
direita ou apoiador de um candidato pode ser classificado como fascista. É
preciso analisar discursos, comportamentos, propostas e ações concretas.
A crítica
deve se dirigir às práticas autoritárias e violentas, independentemente de quem
as pratique.
Afinal,
não existe coerência em defender a democracia enquanto se tenta silenciar,
humilhar ou agredir quem pensa diferente.
5. REFUTAÇÃO: NENHUMA IDEOLOGIA JUSTIFICA A
VIOLÊNCIA
Algumas
pessoas procuram justificar agressões políticas alegando que seus adversários
representam uma ameaça ao país ou que determinadas causas seriam tão
importantes que autorizariam qualquer tipo de reação.
Mas será
que uma convicção política, por mais forte que seja, concede a alguém o direito
de ameaçar ou agredir outra pessoa?
A
resposta precisa ser clara: não!
Não é
aceitável agredir alguém por votar em Lula, Flávio Bolsonaro ou qualquer outro
candidato. Também não é aceitável perseguir, ameaçar ou constranger cidadãos
por suas convicções ideológicas, religiosas ou partidárias.
A
liberdade de expressão não é uma autorização para cometer violência, difamar
pessoas ou estimular perseguições.
Da mesma
maneira, combater o extremismo não significa adotar os mesmos métodos de
intolerância que se pretende denunciar.
Precisamos
reconhecer os erros de todos os lados, cobrar coerência dos representantes
políticos e rejeitar qualquer discurso que incentive a violência.
A
democracia exige responsabilidade, respeito às leis e compromisso com a
convivência entre pessoas que possuem opiniões diferentes.
6. ANÁLISE INFORMATIVA: O QUE ESTÁ EM JOGO?
O que
está em jogo nestas eleições não é apenas a escolha de um presidente ou de um
partido. Também está em discussão a qualidade da nossa convivência democrática.
Uma
sociedade na qual os cidadãos têm medo de declarar seu voto, expressar suas
opiniões ou participar de manifestações políticas enfrenta um problema que não
pode ser tratado como simples rivalidade eleitoral.
As redes
sociais ampliaram as possibilidades de comunicação e participação. Contudo,
também podem facilitar a disseminação de notícias falsas, discursos de ódio,
ameaças e conteúdos manipulados.
É
fundamental que cada cidadão desenvolva o senso crítico, verifique as
informações antes de compartilhá-las e não se deixe conduzir por publicações
que estimulam a raiva e a desconfiança sem apresentar provas.
Também
cabe aos candidatos, partidos, lideranças religiosas, influenciadores e demais
figuras públicas reconhecer a responsabilidade que possuem na formação do
ambiente político.
O Brasil precisa
de lideranças que saibam discordar sem estimular perseguições e de cidadãos que
compreendam que o adversário político continua sendo um ser humano, com os
mesmos direitos fundamentais.
7. UMA PALAVRA DE ADVERTÊNCIA AOS BRASILEIROS
Amanhã,
milhões de brasileiros terão a oportunidade de manifestar sua vontade por meio
do voto.
Que
ninguém transforme esse direito em motivo de ameaça, provocação ou agressão.
Não vale
a pena perder uma amizade, destruir uma relação familiar ou colocar uma vida em
risco por causa de uma disputa eleitoral.
Nenhum
candidato merece que seus eleitores cometam crimes em seu nome. Nenhum partido
está acima da Constituição. Nenhuma ideologia possui o direito de retirar dos
demais cidadãos a liberdade de pensar e escolher.
É preciso
ter cuidado com aqueles que alimentam o ódio, exploram o medo e tentam
convencer a população de que a violência é uma solução política.
A
história demonstra que a intolerância pode produzir consequências devastadoras
quando deixa de ser combatida e passa a ser tratada como comportamento normal.
Que as
urnas sejam respeitadas, que os resultados sejam tratados dentro das regras
democráticas e que eventuais questionamentos sejam encaminhados pelos meios
legais.
8. COMENTÁRIO FINAL: O BRASIL PRECISA DE PAZ, RESPEITO
E DEMOCRACIA
Minha
reflexão é simples: não precisamos pensar todos da mesma maneira para construir
um país melhor.
Podemos
discordar de Lula, de Flávio Bolsonaro, dos partidos de esquerda, de direita ou
de centro. Podemos criticar governos, questionar propostas e cobrar resultados.
Isso faz parte da democracia.
O que não
podemos aceitar é que a política se transforme em uma justificativa para o
ódio, a perseguição e a violência.
O voto é
livre. A consciência também deve ser livre.
Que cada
brasileiro escolha seu candidato com responsabilidade, sem abrir mão da humanidade,
do respeito e da capacidade de dialogar.
O Brasil
é muito maior do que qualquer partido, liderança ou disputa eleitoral.
Acorda,
Brasil! A democracia não precisa de inimigos imaginários nem de cidadãos
transformados em adversários permanentes. Precisa de pessoas conscientes,
capazes de defender suas convicções sem destruir o direito dos outros.
Que a
força do voto prevaleça sobre a força da violência. Que o respeito prevaleça
sobre o ódio. E que a democracia brasileira continue sendo um espaço de liberdade
para todos!
A VIOLÊNCIA POLÍTICA NO BRASIL: FATOS QUE MERECEM ATENÇÃO
Os números e levantamentos recentes demonstram que a
violência política não é apenas uma impressão individual ou um fenômeno
restrito às redes sociais.
Um estudo preliminar divulgado em setembro de 2026 pelas
organizações Justiça Global e Terra de Direitos registrou 354 episódios de
violência política no Brasil entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto de
2026, uma média de um episódio a cada 44 horas.
Entre os registros estavam ameaças, ofensas, agressões
físicas, atentados e assassinatos. O levantamento também apontou a presença
expressiva de mulheres entre as vítimas.
Outro dado preocupante foi divulgado pela Agência Brasil
em outubro de 2026. Entre janeiro e agosto deste ano, o Ligue 180 recebeu 1.564
denúncias de violência política contra mulheres, incluindo ameaças, difamação,
intimidação, ataques racistas e transfóbicos e outras formas de violência.
Esses números revelam uma realidade que exige atenção
das autoridades, dos partidos políticos, das lideranças sociais e de toda a
população.
Não podemos aceitar que a participação política seja
acompanhada pelo medo de sofrer ameaças ou agressões.
É igualmente importante reconhecer que os dados
apresentados não autorizam atribuir todos esses episódios a uma única corrente
ideológica. A responsabilidade por cada ocorrência precisa ser apurada com base
em evidências.
O que deve ser combatido é a violência, venha de onde
vier.
A CRÍTICA — QUANDO O ADVERSÁRIO É TRATADO COMO INIMIGO
Minha maior preocupação está na naturalização da
agressividade política.
É preocupante quando pessoas passam a considerar
aceitável ofender, ameaçar ou agredir alguém simplesmente porque essa pessoa
manifesta apoio a Lula, a Flávio Bolsonaro ou a qualquer outro candidato.
Também considero perigoso quando discursos políticos
estimulam a desconfiança generalizada, alimentam teorias conspiratórias sem
provas ou apresentam adversários como inimigos da pátria, da família ou da
religião.
A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas
não deve ser utilizada como justificativa para ameaças, perseguições e
incitação à violência.
Da mesma forma, criticar um candidato, denunciar
irregularidades ou questionar decisões de governos e instituições faz parte da
democracia. O que não podemos fazer é transformar a crítica política em
autorização para desumanizar pessoas.
Quando a política perde o compromisso com a verdade e o
respeito, abre espaço para a manipulação das emoções e para o enfraquecimento
do diálogo.
E aqui deixo uma reflexão: que democracia estamos
construindo quando uma pessoa tem medo de declarar seu voto diante dos próprios
amigos, familiares ou vizinhos?
NEM TODA CRÍTICA É ÓDIO, NEM TODA DIVERGÊNCIA É EXTREMISMO
É necessário fazer uma distinção importante.
Criticar o governo Lula não significa ser fascista.
Apoiar Flávio Bolsonaro ou qualquer outro candidato de direita não significa
defender a violência ou rejeitar a democracia.
Da mesma maneira, apoiar candidatos de esquerda não
torna ninguém automaticamente defensor da justiça social, da tolerância ou da
democracia. É preciso avaliar ideias, propostas, comportamentos e ações
concretas.
O problema começa quando a convicção política se
transforma em intolerância e quando o direito de discordar deixa de ser reconhecido.
Não podemos combater o extremismo reproduzindo os mesmos
métodos que criticamos. Se condenamos a agressividade de determinados grupos,
também precisamos reconhecer e repudiar os excessos praticados por pessoas que
compartilham nossas próprias convicções.
A democracia exige coerência. Não basta defender o
respeito apenas quando somos nós os ofendidos.
A verdadeira liberdade política pressupõe que todos
possam escolher seus representantes sem ameaças, constrangimentos ou violência.
ADVERTÊNCIA FINAL — O BRASIL PRECISA SUPERAR A CULTURA DO ÓDIO
O que está em jogo não é apenas o resultado das eleições
de amanhã. Está em jogo a qualidade das relações humanas e a capacidade de
convivermos com nossas diferenças.
A história demonstra que a intolerância política e os
discursos de desumanização podem criar condições favoráveis para perseguições,
autoritarismo e graves violações de direitos.
Por isso, precisamos estar atentos aos discursos que
exaltam a violência, incentivam a perseguição de adversários e tentam justificar
atitudes antidemocráticas em nome de supostos interesses nacionais.
Não podemos permitir que o fanatismo político se
sobreponha à razão, à solidariedade e ao respeito à dignidade humana.
Também precisamos cobrar responsabilidade de candidatos,
dirigentes partidários, influenciadores e lideranças religiosas e sociais. Quem
possui grande capacidade de mobilizar pessoas deve compreender que suas
palavras podem contribuir tanto para a pacificação quanto para o agravamento
dos conflitos.
A responsabilidade é coletiva, mas não elimina a
responsabilidade individual de quem ameaça, agride ou incentiva a violência.
MINHA OPINIÃO E COMENTÁRIO FINAL — O VOTO É LIVRE, A CONSCIÊNCIA TAMBÉM!
Minha opinião é que o Brasil precisa urgentemente
recuperar o respeito pelo pensamento diferente.
Não sou obrigado a concordar com as escolhas políticas
de ninguém, assim como ninguém é obrigado a concordar com as minhas.
Entretanto, todos temos o dever de reconhecer que o direito ao voto pertence
igualmente a cada cidadão.
Amanhã, milhões de brasileiros terão a oportunidade de
expressar suas escolhas nas urnas. Que esse momento seja vivido com
responsabilidade, serenidade e respeito.
Que cada eleitor possa votar de acordo com sua
consciência, sem precisar enfrentar ameaças, agressões ou constrangimentos.
Que os brasileiros compreendam que nenhum candidato,
partido ou ideologia está acima da democracia e dos direitos fundamentais.
Afinal, depois das eleições, continuaremos
compartilhando nossas cidades, nossos bairros, nossas famílias, nossos locais
de trabalho e nosso país.
Uma eleição termina, mas as consequências do
ódio podem permanecer por muitos anos.
Não precisamos pensar da mesma maneira para construir um
Brasil melhor. Precisamos aprender a discordar sem odiar, criticar sem humilhar
e defender nossas convicções sem destruir a liberdade dos outros.
O Brasil não precisa de mais inimigos internos.
Precisa de cidadãos conscientes, de instituições respeitadas e de uma
democracia em que a divergência seja um direito, não uma ameaça.
QUE O VOTO SEJA A VOZ DA CIDADANIA, E NÃO UMA
ARMA CONTRA O PRÓPRIO POVO!
Prof. Antônio Sanceí
Escritor, educador e cidadão brasileiro.
Fontes para consulta e fundamentação
- Agência Pública — Violência
eleitoral em 2022: levantamento de pelo menos 148 episódios de violência
política entre o início da campanha e o primeiro turno, com registros de
ataques armados e assassinatos.
- Justiça Global e Terra de
Direitos — Violência Política e Eleitoral no Brasil: estudo que
identificou o aumento dos casos de violência política em 2022 em
comparação com 2018.
- ACLED — Political Violence
During Brazil’s 2022 General Elections: análise dos episódios de violência
envolvendo representantes e apoiadores de partidos políticos nos ciclos
eleitorais de 2018 e 2022.
- Justiça Global e Terra de
Direitos — Levantamento de 2026: dados preliminares apontam 354 episódios
de violência política entre outubro de 2024 e agosto de 2026, antes do
início da campanha eleitoral.
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Agência Brasil — Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de
violência política contra mulher. Dados divulgados em 1º de outubro
de 2026.
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Brasil
registrou um caso de violência política a cada 44h mesmo fora do período
eleitoral
·
. Estudo
preliminar sobre episódios registrados entre outubro de 2024 e agosto de 2026.
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Tribunal Superior Eleitoral (TSE) —
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Calendário
eleitoral
·
.
Informações oficiais sobre o processo eleitoral de 2026.







