03/10/26

A intolerância política, o crescimento da violência eleitoral e os riscos do extremismo para a democracia brasileira.

ACORDA BRASIL! O ÓDIO POLÍTICO NÃO PODE VENCER A DEMOCRACIA! AMANHÃ, 04/10/2026, SÓ EXERÇA SUA CIDADANIA!

Tema:

E a recordação do crescimento do ódio, da intolerância e da violência política desde as eleições brasileiras de 2018, 2022 e 2026.

1. INTRODUÇÃO

Estamos às vésperas de mais uma eleição presidencial no Brasil. Amanhã, domingo, 4 de outubro de 2026, milhões de brasileiros irão às urnas para exercer um dos direitos mais importantes da democracia: o voto.

Entretanto, em meio às disputas eleitorais, uma preocupação precisa chamar a atenção de toda a sociedade: o crescimento da intolerância, das agressões verbais, das ameaças e da violência motivadas por divergências políticas.

O que deveria ser um momento de participação cidadã, debate de ideias e respeito às diferenças acaba, muitas vezes, transformado em um ambiente de hostilidade, desconfiança e confrontos.

Até quando vamos permitir que a escolha de um candidato seja motivo de desentendimentos, rompimentos familiares, perseguições e até agressões físicas?

QUANDO A DISPUTA POLÍTICA SE TRANSFORMA EM ÓDIO

Estamos na véspera de mais um momento decisivo para a democracia brasileira. Amanhã, domingo, 4 de outubro de 2026, milhões de brasileiros irão às urnas para exercer seu direito de escolher seus representantes.

Entretanto, em meio à disputa eleitoral, uma questão preocupante merece nossa atenção: até que ponto a divergência política está sendo transformada em ódio, intolerância e violência entre cidadãos?

Minha opinião é que estamos diante de um problema que ultrapassa as diferenças ideológicas. É triste observar tantas manifestações de raiva, humilhações, ameaças e ofensas nas redes sociais, especialmente contra pessoas que simplesmente pensam de maneira diferente.

Por que tanta hostilidade? Desde quando escolher um candidato passou a ser motivo para romper amizades, desrespeitar familiares, ameaçar vizinhos e até agredir pessoas?

A democracia não pode ser confundida com uma guerra entre brasileiros. O voto é um direito individual, não uma autorização para perseguir, intimidar ou humilhar quem escolhe outro caminho político.

2. A DESCRIÇÃO DE UM CENÁRIO PREOCUPANTE

Basta acompanhar determinadas discussões nas redes sociais para perceber como o debate político pode se transformar em um verdadeiro campo de batalha.

Eleitores que apoiam Lula e seus aliados relatam hostilidades, provocações e ataques de adversários políticos. Da mesma forma, apoiadores de outros candidatos também podem ser alvo de insultos, ameaças e agressões por parte de adversários.

É importante reconhecer que existem pessoas intolerantes em diferentes correntes ideológicas. Há eleitores de esquerda que exageram nas acusações, compartilham informações falsas e recorrem a ofensas pessoais. Isso também precisa ser criticado.

Entretanto, não podemos ignorar os episódios documentados de violência política envolvendo apoiadores de diferentes grupos, inclusive os ligados ao bolsonarismo, especialmente quando há ameaças, intimidação, utilização de armas ou ataques contra pessoas por suas posições políticas.

O problema se torna ainda mais grave quando discursos extremistas passam a justificar comportamentos violentos, como se a divergência política fosse uma ameaça que precisasse ser eliminada.

A democracia não pode funcionar sob a lógica de que somente um lado tem o direito de existir, falar e escolher seus representantes.

3. A VIOLÊNCIA POLÍTICA: UMA ADVERTÊNCIA BASEADA EM FATOS

A história recente do Brasil oferece exemplos concretos de que a violência política não é uma preocupação imaginária.

Nas eleições de 2018, o país já enfrentava episódios de agressões e confrontos relacionados à disputa política. O próprio então candidato Jair Bolsonaro foi vítima de um atentado a faca durante um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais, em setembro daquele ano.

Em 2022, o cenário também foi marcado por episódios graves. Levantamento da Agência Pública identificou pelo menos 148 casos de violência eleitoral entre o início da campanha e o primeiro turno, incluindo ataques com armas de fogo, facas, agressões e assassinatos.

Outro levantamento, realizado pela Justiça Global e pela Terra de Direitos, apontou um crescimento expressivo dos registros de violência política e eleitoral em comparação com o ciclo de 2018.

Esses números revelam um problema que ultrapassa as disputas entre partidos. Quando a violência entra na política, a liberdade de expressão, o direito ao voto e a segurança dos cidadãos ficam ameaçados.

E agora, em 2026, diante de uma sociedade ainda marcada pela polarização, é indispensável observar com responsabilidade os novos episódios de ameaças, intimidação e agressões, sem transformar denúncias individuais em acusações generalizadas contra milhões de eleitores.

4. UMA CRÍTICA AO EXTREMISMO E À INTOLERÂNCIA

DESCRIÇÃO E ANÁLISE CRÍTICA — O AVANÇO DA INTOLERÂNCIA POLÍTICA

Desde as eleições de 2018, passando pelas de 2022 e chegando ao pleito de 2026, a polarização política brasileira tem ocupado um espaço cada vez mais expressivo no debate público.

As redes sociais, que deveriam servir também como instrumentos de comunicação, informação e participação cidadã, muitas vezes se transformam em ambientes de ataques pessoais, disseminação de informações falsas e confrontos ideológicos.

É evidente que existem manifestações agressivas em diferentes campos políticos. Há eleitores de esquerda, centro e direita que ultrapassam os limites do respeito, reproduzem discursos ofensivos e compartilham conteúdo sem verificar sua veracidade.

Entretanto, considero necessário discutir criticamente as manifestações de setores do bolsonarismo e da direita radical que adotam discursos de intolerância, defendem soluções autoritárias ou tratam adversários políticos como inimigos a serem eliminados do debate público.

Não se trata de condenar todos os eleitores de direita, muito menos de atribuir a um grupo inteiro a responsabilidade pelas atitudes de indivíduos. Trata-se de identificar e questionar comportamentos concretos que ameaçam a convivência democrática, independentemente de quem os pratique.

Quando aparecem ameaças, intimidações, agressões físicas, exaltação da violência armada e ataques contra instituições democráticas, precisamos acender um sinal de alerta.

O problema se torna ainda mais grave quando a violência política encontra justificativas em discursos de ódio, fanatismo ideológico ou interpretações distorcidas da realidade.

É necessário fazer uma distinção: ser de direita, de esquerda ou de centro não significa, por si só, ser extremista ou antidemocrático.

O problema está nas atitudes que desrespeitam os direitos dos outros, incentivam a violência, ameaçam adversários e tentam substituir o diálogo pela intimidação.

Quando determinados grupos políticos tratam seus adversários como inimigos da pátria, inimigos de Deus ou pessoas que não merecem os mesmos direitos, criam um ambiente favorável à desumanização e ao confronto.

É nesse contexto que se torna pertinente discutir o conceito de neofascismo, utilizado por pesquisadores e analistas para estudar movimentos contemporâneos que apresentam características autoritárias, ultranacionalistas e hostis ao pluralismo democrático.

Entretanto, o uso desse conceito exige responsabilidade. Nem todo conservador, eleitor de direita ou apoiador de um candidato pode ser classificado como fascista. É preciso analisar discursos, comportamentos, propostas e ações concretas.

A crítica deve se dirigir às práticas autoritárias e violentas, independentemente de quem as pratique.

Afinal, não existe coerência em defender a democracia enquanto se tenta silenciar, humilhar ou agredir quem pensa diferente.

5. REFUTAÇÃO: NENHUMA IDEOLOGIA JUSTIFICA A VIOLÊNCIA

Algumas pessoas procuram justificar agressões políticas alegando que seus adversários representam uma ameaça ao país ou que determinadas causas seriam tão importantes que autorizariam qualquer tipo de reação.

Mas será que uma convicção política, por mais forte que seja, concede a alguém o direito de ameaçar ou agredir outra pessoa?

A resposta precisa ser clara: não!

Não é aceitável agredir alguém por votar em Lula, Flávio Bolsonaro ou qualquer outro candidato. Também não é aceitável perseguir, ameaçar ou constranger cidadãos por suas convicções ideológicas, religiosas ou partidárias.

A liberdade de expressão não é uma autorização para cometer violência, difamar pessoas ou estimular perseguições.

Da mesma maneira, combater o extremismo não significa adotar os mesmos métodos de intolerância que se pretende denunciar.

Precisamos reconhecer os erros de todos os lados, cobrar coerência dos representantes políticos e rejeitar qualquer discurso que incentive a violência.

A democracia exige responsabilidade, respeito às leis e compromisso com a convivência entre pessoas que possuem opiniões diferentes.

6. ANÁLISE INFORMATIVA: O QUE ESTÁ EM JOGO?

O que está em jogo nestas eleições não é apenas a escolha de um presidente ou de um partido. Também está em discussão a qualidade da nossa convivência democrática.

Uma sociedade na qual os cidadãos têm medo de declarar seu voto, expressar suas opiniões ou participar de manifestações políticas enfrenta um problema que não pode ser tratado como simples rivalidade eleitoral.

As redes sociais ampliaram as possibilidades de comunicação e participação. Contudo, também podem facilitar a disseminação de notícias falsas, discursos de ódio, ameaças e conteúdos manipulados.

É fundamental que cada cidadão desenvolva o senso crítico, verifique as informações antes de compartilhá-las e não se deixe conduzir por publicações que estimulam a raiva e a desconfiança sem apresentar provas.

Também cabe aos candidatos, partidos, lideranças religiosas, influenciadores e demais figuras públicas reconhecer a responsabilidade que possuem na formação do ambiente político.

O Brasil precisa de lideranças que saibam discordar sem estimular perseguições e de cidadãos que compreendam que o adversário político continua sendo um ser humano, com os mesmos direitos fundamentais.

7. UMA PALAVRA DE ADVERTÊNCIA AOS BRASILEIROS

Amanhã, milhões de brasileiros terão a oportunidade de manifestar sua vontade por meio do voto.

Que ninguém transforme esse direito em motivo de ameaça, provocação ou agressão.

Não vale a pena perder uma amizade, destruir uma relação familiar ou colocar uma vida em risco por causa de uma disputa eleitoral.

Nenhum candidato merece que seus eleitores cometam crimes em seu nome. Nenhum partido está acima da Constituição. Nenhuma ideologia possui o direito de retirar dos demais cidadãos a liberdade de pensar e escolher.

É preciso ter cuidado com aqueles que alimentam o ódio, exploram o medo e tentam convencer a população de que a violência é uma solução política.

A história demonstra que a intolerância pode produzir consequências devastadoras quando deixa de ser combatida e passa a ser tratada como comportamento normal.

Que as urnas sejam respeitadas, que os resultados sejam tratados dentro das regras democráticas e que eventuais questionamentos sejam encaminhados pelos meios legais.

8. COMENTÁRIO FINAL: O BRASIL PRECISA DE PAZ, RESPEITO E DEMOCRACIA

Minha reflexão é simples: não precisamos pensar todos da mesma maneira para construir um país melhor.

Podemos discordar de Lula, de Flávio Bolsonaro, dos partidos de esquerda, de direita ou de centro. Podemos criticar governos, questionar propostas e cobrar resultados. Isso faz parte da democracia.

O que não podemos aceitar é que a política se transforme em uma justificativa para o ódio, a perseguição e a violência.

O voto é livre. A consciência também deve ser livre.

Que cada brasileiro escolha seu candidato com responsabilidade, sem abrir mão da humanidade, do respeito e da capacidade de dialogar.

O Brasil é muito maior do que qualquer partido, liderança ou disputa eleitoral.

Acorda, Brasil! A democracia não precisa de inimigos imaginários nem de cidadãos transformados em adversários permanentes. Precisa de pessoas conscientes, capazes de defender suas convicções sem destruir o direito dos outros.

Que a força do voto prevaleça sobre a força da violência. Que o respeito prevaleça sobre o ódio. E que a democracia brasileira continue sendo um espaço de liberdade para todos!

A VIOLÊNCIA POLÍTICA NO BRASIL: FATOS QUE MERECEM ATENÇÃO

Os números e levantamentos recentes demonstram que a violência política não é apenas uma impressão individual ou um fenômeno restrito às redes sociais.

Um estudo preliminar divulgado em setembro de 2026 pelas organizações Justiça Global e Terra de Direitos registrou 354 episódios de violência política no Brasil entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto de 2026, uma média de um episódio a cada 44 horas.

Entre os registros estavam ameaças, ofensas, agressões físicas, atentados e assassinatos. O levantamento também apontou a presença expressiva de mulheres entre as vítimas.

Outro dado preocupante foi divulgado pela Agência Brasil em outubro de 2026. Entre janeiro e agosto deste ano, o Ligue 180 recebeu 1.564 denúncias de violência política contra mulheres, incluindo ameaças, difamação, intimidação, ataques racistas e transfóbicos e outras formas de violência.

Esses números revelam uma realidade que exige atenção das autoridades, dos partidos políticos, das lideranças sociais e de toda a população.

Não podemos aceitar que a participação política seja acompanhada pelo medo de sofrer ameaças ou agressões.

É igualmente importante reconhecer que os dados apresentados não autorizam atribuir todos esses episódios a uma única corrente ideológica. A responsabilidade por cada ocorrência precisa ser apurada com base em evidências.

O que deve ser combatido é a violência, venha de onde vier.

A CRÍTICA — QUANDO O ADVERSÁRIO É TRATADO COMO INIMIGO

Minha maior preocupação está na naturalização da agressividade política.

É preocupante quando pessoas passam a considerar aceitável ofender, ameaçar ou agredir alguém simplesmente porque essa pessoa manifesta apoio a Lula, a Flávio Bolsonaro ou a qualquer outro candidato.

Também considero perigoso quando discursos políticos estimulam a desconfiança generalizada, alimentam teorias conspiratórias sem provas ou apresentam adversários como inimigos da pátria, da família ou da religião.

A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não deve ser utilizada como justificativa para ameaças, perseguições e incitação à violência.

Da mesma forma, criticar um candidato, denunciar irregularidades ou questionar decisões de governos e instituições faz parte da democracia. O que não podemos fazer é transformar a crítica política em autorização para desumanizar pessoas.

Quando a política perde o compromisso com a verdade e o respeito, abre espaço para a manipulação das emoções e para o enfraquecimento do diálogo.

E aqui deixo uma reflexão: que democracia estamos construindo quando uma pessoa tem medo de declarar seu voto diante dos próprios amigos, familiares ou vizinhos?

NEM TODA CRÍTICA É ÓDIO, NEM TODA DIVERGÊNCIA É EXTREMISMO

É necessário fazer uma distinção importante.

Criticar o governo Lula não significa ser fascista. Apoiar Flávio Bolsonaro ou qualquer outro candidato de direita não significa defender a violência ou rejeitar a democracia.

Da mesma maneira, apoiar candidatos de esquerda não torna ninguém automaticamente defensor da justiça social, da tolerância ou da democracia. É preciso avaliar ideias, propostas, comportamentos e ações concretas.

O problema começa quando a convicção política se transforma em intolerância e quando o direito de discordar deixa de ser reconhecido.

Não podemos combater o extremismo reproduzindo os mesmos métodos que criticamos. Se condenamos a agressividade de determinados grupos, também precisamos reconhecer e repudiar os excessos praticados por pessoas que compartilham nossas próprias convicções.

A democracia exige coerência. Não basta defender o respeito apenas quando somos nós os ofendidos.

A verdadeira liberdade política pressupõe que todos possam escolher seus representantes sem ameaças, constrangimentos ou violência.

ADVERTÊNCIA FINAL — O BRASIL PRECISA SUPERAR A CULTURA DO ÓDIO

O que está em jogo não é apenas o resultado das eleições de amanhã. Está em jogo a qualidade das relações humanas e a capacidade de convivermos com nossas diferenças.

A história demonstra que a intolerância política e os discursos de desumanização podem criar condições favoráveis para perseguições, autoritarismo e graves violações de direitos.

Por isso, precisamos estar atentos aos discursos que exaltam a violência, incentivam a perseguição de adversários e tentam justificar atitudes antidemocráticas em nome de supostos interesses nacionais.

Não podemos permitir que o fanatismo político se sobreponha à razão, à solidariedade e ao respeito à dignidade humana.

Também precisamos cobrar responsabilidade de candidatos, dirigentes partidários, influenciadores e lideranças religiosas e sociais. Quem possui grande capacidade de mobilizar pessoas deve compreender que suas palavras podem contribuir tanto para a pacificação quanto para o agravamento dos conflitos.

A responsabilidade é coletiva, mas não elimina a responsabilidade individual de quem ameaça, agride ou incentiva a violência.

MINHA OPINIÃO E COMENTÁRIO FINAL — O VOTO É LIVRE, A CONSCIÊNCIA TAMBÉM!

Minha opinião é que o Brasil precisa urgentemente recuperar o respeito pelo pensamento diferente.

Não sou obrigado a concordar com as escolhas políticas de ninguém, assim como ninguém é obrigado a concordar com as minhas. Entretanto, todos temos o dever de reconhecer que o direito ao voto pertence igualmente a cada cidadão.

Amanhã, milhões de brasileiros terão a oportunidade de expressar suas escolhas nas urnas. Que esse momento seja vivido com responsabilidade, serenidade e respeito.

Que cada eleitor possa votar de acordo com sua consciência, sem precisar enfrentar ameaças, agressões ou constrangimentos.

Que os brasileiros compreendam que nenhum candidato, partido ou ideologia está acima da democracia e dos direitos fundamentais.

Afinal, depois das eleições, continuaremos compartilhando nossas cidades, nossos bairros, nossas famílias, nossos locais de trabalho e nosso país.

Uma eleição termina, mas as consequências do ódio podem permanecer por muitos anos.

Não precisamos pensar da mesma maneira para construir um Brasil melhor. Precisamos aprender a discordar sem odiar, criticar sem humilhar e defender nossas convicções sem destruir a liberdade dos outros.

O Brasil não precisa de mais inimigos internos. Precisa de cidadãos conscientes, de instituições respeitadas e de uma democracia em que a divergência seja um direito, não uma ameaça.

QUE O VOTO SEJA A VOZ DA CIDADANIA, E NÃO UMA ARMA CONTRA O PRÓPRIO POVO!

Prof. Antônio Sanceí
Escritor, educador e cidadão brasileiro.

 

Fontes para consulta e fundamentação

  • Agência Pública — Violência eleitoral em 2022: levantamento de pelo menos 148 episódios de violência política entre o início da campanha e o primeiro turno, com registros de ataques armados e assassinatos.
  • Justiça Global e Terra de Direitos — Violência Política e Eleitoral no Brasil: estudo que identificou o aumento dos casos de violência política em 2022 em comparação com 2018.
  • ACLED — Political Violence During Brazil’s 2022 General Elections: análise dos episódios de violência envolvendo representantes e apoiadores de partidos políticos nos ciclos eleitorais de 2018 e 2022.
  • Justiça Global e Terra de Direitos — Levantamento de 2026: dados preliminares apontam 354 episódios de violência política entre outubro de 2024 e agosto de 2026, antes do início da campanha eleitoral.

·         ·  Agência Brasil — Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher. Dados divulgados em 1º de outubro de 2026.

·         Brasil registrou um caso de violência política a cada 44h mesmo fora do período eleitoral

·         . Estudo preliminar sobre episódios registrados entre outubro de 2024 e agosto de 2026.

·         ·  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) —

·         Calendário eleitoral

·         . Informações oficiais sobre o processo eleitoral de 2026.

 

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